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Mudanças na Educação de SP para Apoio a Alunos Autistas Causam Revolta

  • Foto do escritor: Isaque Pers
    Isaque Pers
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo alterou as regras para os profissionais que prestam apoio escolar a estudantes com autismo. Antes, cada aluno com necessidades especiais contava com um profissional exclusivo. Agora, o atendimento poderá ser compartilhado entre três a cinco estudantes, dependendo das necessidades de cada um.



Por que a mudança?


Segundo a Secretaria, a decisão visa aumentar o número de alunos atendidos, otimizando recursos humanos e financeiros. A intenção é ampliar a inclusão escolar, alcançando mais crianças dentro da rede pública de ensino.



Reação das famílias


Pais e responsáveis consideram a medida um retrocesso na educação inclusiva. Eles argumentam que crianças autistas possuem necessidades específicas e que dividir o apoio pode comprometer o desenvolvimento e o aprendizado. Algumas famílias relatam preocupação com a diminuição da qualidade do atendimento, principalmente em casos de autistas não verbais ou com maior necessidade de suporte.



Mobilização social


A mudança gerou indignação entre familiares e entidades que defendem os direitos de pessoas com deficiência. Manifestações públicas estão sendo organizadas para pressionar o governo a reconsiderar a medida. Especialistas apontam que, sem o suporte adequado, os alunos podem enfrentar dificuldades sociais e pedagógicas ainda maiores.



O que dizem os especialistas?


Especialistas em educação e psicologia destacam que o acompanhamento individualizado é essencial para crianças autistas. Essa personalização permite que o profissional adapte estratégias de ensino às demandas de cada aluno, favorecendo o desenvolvimento social, emocional e educacional.



Próximos passos


A Secretaria de Educação afirmou que está aberta ao diálogo e estudando a possibilidade de ajustes na implementação. Organizações e famílias pedem a revogação da nova regra e o retorno ao modelo anterior.



Fontes:

Secretaria da Educação de São Paulo, pais de alunos, especialistas em inclusão. Para mais informações, acesse O Diário de Mogi.

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