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BC propõe inovação que pode diminuir juros em financiamentos imobiliários em até 35%

  • Foto do escritor: Isaque Pers
    Isaque Pers
  • 19 de out.
  • 2 min de leitura

O Banco Central (BC), por meio da Nota Técnica nº 56 elaborada pelo diretor de Regulação Gilneu Francisco Astolfi Vivan, apresentou uma proposta que promete revolucionar como os financiamentos imobiliários corrigidos pela inflação são pagos no Brasil. A novidade é a inclusão de um "componente adicional de amortização" que funciona como uma espécie de "escudo" contra a inflação, minimizando o impacto da alta dos preços no valor das parcelas.



O que é esse componente adicional?


O componente adicional de amortização é um valor fixo que será somado às parcelas já previstas, antecipando parte do pagamento do principal da dívida. Essa antecipação ajuda a reduzir o saldo devedor antes que a inflação aumente seu valor, o que acaba diminuindo os juros totais pagos ao longo do contrato.



Quais são os benefícios na prática?


De acordo com simulações do BC para contratos de 30 anos com juros reais de 4% ao ano:


  • No sistema Price (parcelas fixas), os juros totais pagos podem cair até 34,6% em termos reais.


  • No Sistema de Amortização Constante (SAC), a redução dos juros pode chegar a 24%.


Além disso, o método reduz a oscilação das parcelas, dando mais estabilidade e previsibilidade aos mutuários, e diminui o custo total do financiamento.



Por que isso é importante?


Atualmente, os financiamentos corrigidos pela inflação podem sofrer variações significativas, o que dificulta o planejamento financeiro das famílias. Com a nova proposta do BC, o impacto da inflação será parcialmente compensado, tornando o pagamento mais estável e econômico.



Fontes:


  • Financiamento imobiliário: BC propõe novo modelo para diminuir impacto da inflação nas mensalidades — IstoÉ Dinheiro


  • Diretor do BC propõe componente que reduz juros e volatilidade em financiamentos — InfoMoney


  • Diretor do BC faz proposta para reduzir risco no crédito imobiliário corrigido pela inflação — Jornal de Brasília



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